Projeto de Mestrado
Escrever sempre é difícil, principalmente quando se fala em dissertação de mestrado.
Iniciei no ano passado (2011), um sonho antigo, o de fazer um mestrado. Namorei inúmeros cursos até encontrar o curso que mais se adequava ao meu perfil pessoal e profissional.
Antes de entrar para o mestrado, busquei várias informações sobre como seria o processo seletivo. Entretanto, as informações eram muito restritas, poucas pessoas passavam as informações referentes ao processo seletivo. Li praticamente toda bibliografia antes da prova. O PPT, eu achava que era uma apresentação do Power Point, estava completamente enganado, era Pré Projeto de Pesquisa. Para ser sincero, não tinha a mínima idéia do que escrever. Parti para uma linha que poderia escrever algo legal. Resolvi escrever o meu PPT sobre planejamento estratégico e gerenciamento de projetos.
No decorrer do ano de 2011, conforme ia assistindo as aulas das disciplinas obrigatórias e as opcionais e conforme os encontros que fui tendo com meu orientador, meu tema foi mudando e se adequando.
Hoje estou focado em aprendizagem organicional, com o seguinte tema: como as organizações podem se beneficiar do gerenciamento de projetos para apoiar o planejamento estratégico.
Já li de tudo um pouco, fiz mais de 30 fichamentos e agora este ano entrarei na fase de qualificação do projeto e até o final do ano defender minha dissertação.
Escrever precisa muita concentração e muito esforço intelectual. Pretendo escrever uma dissertação que possa auxiliar as organizações tanto públicas, quanto privadas a se beneficiar da dissertação. Para tanto, gostaria de contar com o apoio dos leitores desse blog com idéias. Com certeza serão citados na dissertação.
Projeto de Mestrado – Hash Tag #hospitaisdf
Estamos cansados de ser tratados com descaso. Você tem um plano de saúde e quando vai a um hospital privado, espera um tempo interminável e quando é atendido, o médico não fica mais do que 10 minutos com cada paciente e pior, ao final ainda vira para nós e diz que o diagnóstico é uma virose. Receitando muitas vezes, remédios paliativos para tratar as famosas viroses.
Por conta desse diagnósticos errôneos, este ano quase perdi minhas filhas, ambas foram diagnosticadas com virose e passaram mais de 3 meses sendo tratadas como tal, até que um dia cançados destes atendimentos e diagnósticos, procuramos uma médica particular que as examinou com cuidado, solicitou exames e pimba, era a bendita super bactéria.
Ajudem a divulgar a Hast Tag #hospitaisdf no Twitter.
Estamos sendo convidados para conceder inúmeras entrevistas em rádio, a primeira pode ser escutada aqui: http://db.tt/Z6sw6Niy
Vejam também uma das matérias que saiu na web: http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=147596
Stay Hungry, Stay Foolish
Em novembro de 2005, a revista Wish, publicou uma reportagem sobre o discurso de Steve Jobs na Universidade de Stanford.
Neste discurso, Steve Jobs conclui com uma frase que ficou martelando na minha cabeça por muito tempo, “Stay Hungry, Stay Foolish. Continue esfomeado, Continue tolo”. Daí pesquisando um pouco mais, sobre estas duas palavras, cheguei a esta matéria da revista Wish. Espero que gostem.
Steve Jobs, criador da Apple, convidado a proferir um discurso de formatura na Universidade de Stanford, no mês de junho, marcou sua fala aos que iniciam um novo tempo de vida, com esse conselho: -Continue esfomeado, continue tolo.
Todo mundo lê, ou quer ler Steve Jobs, é o que deve explicar o fato desse discurso, além de sua qualidade, ter sido reproduzido pela imprensa do mundo inteiro, nas mais diversas traduções. Jobs, junto com poucos outros, como Larry Ellison, da Oracle, Bill Gates, da Microsoft e Richard Branson, da Virgin, pertence ao restrito grupo de chefes de empresa que também são donos do seu negócio. Ele não entra na lista dos executivos genéricos, que hoje podem presidir uma indústria de carros, amanhã de cosméticos, porque tudo se resume a um só elemento – o lucro – na sociedade anônima de consumo.
Aí está o que ele e seus parceiros de clube não são: anônimos. Jobs, por isso, fala na primeira pessoa do singular, sem misturar singular com pretensão, à la Welch.
Aprende-se, por exemplo, ao lê-lo, que o Macintosh deve a sua beleza a um curso de caligrafia que seu criador seguiu, em horas vagabundas. Quem não quer saber o prêmio da vagabundagem, flânerie, no eufemismo gaulês?
Continue esfomeado, continue tolo, ou seja, nunca se satisfaça totalmente, nem desista só porque você viu como pode fazer besteira, ou como seus sonhos são ilusórios.
O discurso do dono da maçã tem três partes, assim as interpreto: o tolo, o esfomeado, e a conclusão, o limite.
O tolo. Steve Jobs constata que o entendimento da vida se dá sempre ao depois. Assim também falava Freud, mas para outra audiência. Não adianta você medir o próximo passo com régua e compasso, a não ser se for para repetir o já vivido. Primeiro avançar, depois entender. Isto pode lhe dar uma impressão de andar ao léu, de ser… tolo. Com que bússola? Nenhuma outra além do desejo, ‘wish’, na língua dele.
O esfomeado. Dura lição recebeu Jobs: criou uma companhia de sucesso, pôs um ‘executivo’ para dirigi-la e foi demitido. Que tombo! Quase saiu do Vale do Silício, mas ficou e criou a NeXT, e a Pixar – que ganhou Oscares. A NeXT foi comprada pela … Apple, e, oops, olha lá o Steve outra vez, no comando da Apple. Pobre do ‘executivo’ burocrático, sorte da Apple e da geração iPod. Steve Jobs viveu o peso de ser bem sucedido, de acreditar no sucesso, de se satisfazer como uma jibóia. Receita: o sucesso é do outro, é dele o aplauso e a mão vermelha; o seu é a vontade inventiva, a criação insaciável, esfomeada. Há que se manter esfomeado.
O limite. Onde amarro a minha égua? Diz o vulgo brasileiro. Com que roupa que eu vou à festa que você me convidou? Na globalização essas perguntas são mais fortes que nunca. Acabou o tempo da vida padronizada, da hora certa de dormir – sem mamãe mandar – da profissão de futuro, da idade boa para casar e para ter filho, do tempo para aposentar. Tudo isso envelheceu, não existe mais, não funciona. Hoje, o futuro é uma invenção – título de um livro – e não uma previsão. E como inventá-lo? Que angústia! Pois é, que angústia. Jobs prescreve: – Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje? E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, é preciso mudar alguma coisa.
Paradoxalmente, e obviamente – necessário dizê-lo – só há um limite, uma âncora para a vida, para a multiplicidade das possibilidades da vida: a morte. Mas, a morte, como sabê-la, se não a temos e, se quando a temos, não a sabemos? Mais uma vez, o limite é dado pelo desejo que aponta o que falta à vida, pela lei do desejo que acende a luz vermelha do sentimento de cabo de guarda-chuva na boca, quando nos distanciamos do que nos toca. Agora, é Lacan que dizia que só podemos nos culpar ao não sabermos responder, e nos responsabilizar, pelo desejo.
Conclui Jobs: – O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição.
Stay Hungry, Stay Foolish. Continue esfomeado, Continue tolo.
Transdisciplinaridade
Em recente aula de Metodologia Científica no Mestrado de Gestão do Conhecimento e da TI, fizemos vários seminários, dentre eles vimos os métodos de pesquisa quantitativa, pesquisa qualitativa, método misto, bricolagem e por fim a transdisciplinaridade. Nesta última abordagem, os colegas falaram sobre esta nova forma de se fazer ciência, ou seja, uma nova forma de olhar a construção do conhecimento.
Foram discutidos por exemplo a origem da transdisciplinaridade, as diferenças entre a disciplina, interdisciplinaridade e transdiciplinaridade. Os colegas trabalham o manifesto da transdisciplinaridade e a carta de transdisciplinaridade de Edgar Morin e Basarab Nicolescu (1994) e transcorreram sobre inúmeras abordagens, dentre elas a física quântica.
Abaixo, está reproduzida a carta de transdisciplinaridade Edgar Morin e Basarab Nicolescu (1994), apresentada no Convento de Arrábida, 6 de novembro de 1994 Comitê de Redação Lima de Freitas.
“
Carta de Transdisciplinaridade
(adotada no Primeiro Congresso Mundial da Transdisciplinaridade, Convento de Arrábida, Portugal, 2-6 novembro 1994)
Preâmbulo
Considerando que a proliferação atual das disciplinas acadêmicas conduz a um crescimento exponencial do saber que torna impossível qualquer olhar global do ser humano;
Considerando que somente uma inteligência que se dá conta da dimensão planetária dos conflitos atuais poderá fazer frente à complexidade de nosso mundo e ao desafio contemporâneo de autodestruição material e espiritual de nossa espécie;
Considerando que a vida está fortemente ameaçada por uma tecnociência triunfante que obedece apenas à lógica assustadora da eficácia pela eficácia;
Considerando que a ruptura contemporânea entre um saber cada vez mais acumulativo e um ser interior cada vez mais empobrecido leva à ascensão de um novo obscurantismo, cujas conseqüências sobre o plano individual e social são incalculáveis;
Considerando que o crescimento do saber, sem precedentes na história, aumenta a desigualdade entre seus detentores e os que são desprovidos dele, engendrando assim desigualdades crescentes no seio dos povos e entre as nações do planeta;
Considerando simultaneamente que todos os desafios enunciados possuem sua contrapartida de esperança e que o crescimento extraordinário do saber pode conduzir a uma mutação comparável à evolução dos humanóides à espécie humana;
Considerando o que precede, os participantes do Primeiro Congresso Mundial de Transdisciplinaridade (Convento de Arrábida, Portugal 2 – 7 de novembro de 1994) adotaram o presente Protocolo entendido como um conjunto de princípios fundamentais da comunidade de espíritos transdisciplinares, constituindo um contrato moral que todo signatário deste Protocolo faz consigo mesmo, sem qualquer pressão jurídica e institucional.
Artigo 1:
Qualquer tentativa de reduzir o ser humano a uma mera definição e de dissolvê-lo nas estruturas formais, sejam elas quais forem, é incompatível com a visão transdisciplinar.
Artigo 2:
O reconhecimento da existência de diferentes níveis de realidade, regidos por lógicas diferentes é inerente à atitude transdisciplinar. Qualquer tentativa de reduzir a realidade a um único nível regido por uma única lógica não se situa no campo da transdisciplinaridade.
Artigo 3:
A transdisciplinaridade é complementar à aproximação disciplinar: faz emergir da confrontação das disciplinas dados novos que as articulam entre si; oferece-nos uma nova visão da natureza e da realidade. A transdisciplinaridade não procura o domínio sobre as várias outras disciplinas, mas a abertura de todas elas àquilo que as atravessa e as ultrapassa.
Artigo 4:
O ponto de sustentação da transdisciplinaridade reside na unificação semântica e operativa das acepções através e além das disciplinas. Ela pressupõe uma racionalidade aberta por um novo olhar, sobre a relatividade definição e das noções de ““definição”e “objetividade”. O formalismo excessivo, a rigidez das definições e o absolutismo da objetividade comportando a exclusão do sujeito levam ao empobrecimento”.
Artigo 5:
A visão transdisciplinar está resolutamente aberta na medida em que ela ultrapassa o domínio das ciências exatas por seu diálogo e sua reconciliação não somente com as ciências humanas mas também com a arte, a literatura, a poesia e a experiência espiritual.
Artigo 6:
Com a relação à interdisciplinaridade e à multidisciplinaridade, a transdisciplinaridade é multidimensional. Levando em conta as concepções do tempo e da história, a transdisciplinaridade não exclui a existência de um horizonte trans-histórico.
Artigo 7:
A transdisciplinaridade não constitui uma nova religião, uma nova filosofia, uma nova metafísica ou uma ciência das ciências.
Artigo 8:
A dignidade do ser humano é também de ordem cósmica e planetária. O surgimento do ser humano sobre a Terra é uma das etapas da história do Universo. O reconhecimento da Terra como pátria é um dos imperativos da transdisciplinaridade. Todo ser humano tem direito a uma nacionalidade, mas, a título de habitante da Terra, é ao mesmo tempo um ser transnacional. O reconhecimento pelo direito internacional de um pertencer duplo – a uma nação e à Terra – constitui uma das metas da pesquisa transdisciplinar.
Artigo 9:
A transdisciplinaridade conduz a uma atitude aberta com respeito aos mitos, às religiões e àqueles que os respeitam em um espírito transdisciplinar.
Artigo 10:
Não existe um lugar cultural privilegiado de onde se possam julgar as outras culturas. O movimento transdisciplinar é em si transcultural.
Artigo 11:
Uma educação autêntica não pode privilegiar a abstração no conhecimento. Deve ensinar a contextualizar, concretizar e globalizar. A educação transdisciplinar reavalia o papel da intuição, da imaginação, da sensibilidade e do corpo na transmissão dos conhecimentos.
Artigo 12:
A elaboração de uma economia transdisciplinar é fundada sobre o postulado de que a economia deve estar a serviço do ser humano e não o inverso.
Artigo 13:
A ética transdisciplinar recusa toda atitude que recusa o diálogo e a discussão, seja qual for sua origem – de ordem ideológica, científica, religiosa, econômica, política ou filosófica. O saber compartilhado deverá conduzir a uma compreensão compartilhada baseada no respeito absoluto das diferenças entre os seres, unidos pela vida comum sobre uma única e mesma Terra.
Artigo 14:
Rigor, abertura e tolerância são características fundamentais da atitude e da visão transdisciplinar. O rigor na argumentação, que leva em conta todos os dados, é a barreira às possíveis distorções. A abertura comporta a aceitação do desconhecido, do inesperado e do imprevisível. A tolerância é o reconhecimento do direito às idéias e verdades contrárias às nossas.
Artigo final:
A presente Carta Transdisciplinar foi adotada pelos participantes do Primeiro Congresso Mundial de Transdisciplinaridade, que visam apenas à autoridade de seu trabalho e de sua atividade.
Segundo os processos a serem definidos de acordo com os espíritos transdisciplinares de todos os países, o Protocolo permanecerá aberto à assinatura de todo ser humano interessado em medidas progressistas de ordem nacional, internacional para aplicação de seus artigos na vida.”
Espero que os leitores aproveitem esta carta e levem esta nova abordagem para dentro da academia.
MATEMÁTICA DE MENDIGO
Tenho que dar os parabéns ao estagiário que elaborou essa pesquisa, pois o resultado que ele conseguiu obter é a mais pura realidade..
Preste atenção…
Num sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para pedir a 5 motoristas e receber pelo menos de dois deles R$ 0,20 e faturar em media pelo menos R$ 0,40 o que numa hora dará: 60 x 0,40 = R$24,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x R$ 24,00 = R$ 4.800,00.
Será que isso é uma conta maluca?
Bom, 24 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 20 centavos e sim 30, 50 e às vezes até 1 Real.
Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 12,00 por hora terá R$ 2.400,00 no final do mês.
Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode até descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe para lhe censurar por causa disto.
Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos numa conceituada padaria. Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imaginem o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 120 a 150 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 120 = 3.000 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.
Moral da História :
É melhor ser mendigo do que estagiário (e muito menos PROFESSOR), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo…
Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário ou um professor.
Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego.
E lembre-se :
Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um bando de ladrões.
Viva a Matemática !
Steve Jobs, mais que um gênio
É, no último dia 06 de outubro de 2011, perdemos Steve Jobs.
Falar aqui sobre sua trajetória seria incoerente, não sou jornalista para fazê-lo. É possível conhecer um pouco mais sobre a vida de Steve Jobs em seu livro “A Cabeça de Steve Jobs“.
Quero falar aqui, um pouco sobre o que entendo por Steve Jobs.
Na década de 80, mais precisamente em 1982. O Brasil vivia uma grande recessão econômica, o mercado de brasileiro era totalmente fechado (o que chamavamos de reserva de mercado). Nesta época, o Brasil começou a produzir através da empresa Prológica, clones dos micro computadores da linha TRS-80 estadunidense, sob o nome geral de CP (de Computador Pessoal), para quem viveu esta época, lebrará dos computadores da série TK também. Nesta época a empresa Prológica chegou a ocupar o terceiro lugar entre as empresas nacionais deste ramo.
Enquanto isso, nos EUA, o jovem Steve Jobs já havia criado 3 computadores, o Apple I, o Apple II e o Lisa (homejagem a sua filha) e estava preste a lançar o que seria a revolução na vida de todos nós, o Macintosh.
Depois disso, em 1985 o gênio é afastado da empresa que fora o fundador. Isso poderia ter sido considerado uma rasteira por muitas pessoas, mas não para Jobs. Ao sair, cria as empresas Next e Pixar. Empresas que mudariam a forma como vemos o mundo. A primeira desenvolveu computadores melhores, com interface gráfica mais bonita, a segunda, produtora de desenhos animados como Toy Story, Procurando Nemo, Formiguinhas, Monstros S/A., etc.
Com estas duas empresas, Steve Jobs ganhou muito dinheiro, a primeira vendida para a Apple num momento de crise (a qual trouxe também Jobs para o comando), a segunda vendida para niguém menos que a Disney.
Novamente sobre o comando da Apple e com a bagagem de conhecimento das empresas anteriores, Jobs inovou pra valer. Criou computadores mais visuais, agradáveis aos olhos. Mudou a forma como escutávamos músicas, através da criação do Ipod, mudou o nosso modelo mental sobre telefones celulares, através da criação do Iphone e mudou drasticamente a forma como várias mídias podem coexestir num único equipamento, através da criação do Ipad.
Steve Jobs era avesso a pesquisa de mercado, ele não gastava nenhum centavo tentando descobrir o que o consumidor precisava, ele simplesmente criava o desejo e o colocava no mercado. Literalmente um visionário, assim como outros, como Benjamin Franklin (que introduziu a eletricidade em nossas vidas), Thomas Edison (que introduziu a Luz eletrica, o telefone, o carro elétrico, o fonógrafo e outras), Henry Ford (que inventou o carro a combustão), entre outros.
Steve Jobs deixará saudades com suas excelentes apresentações, suas inovações e sua genialidade.
Depois de Steve Jobs, provavelmente outros virão, mas nenhum com a visão de futuro do gênio.
O fardo da gestão feliz
Este post foi feito por uma amiga da Fundação Universa, Sibele Godinho.
*Por Sibele Godinho
Ao final do filme “À procura da Felicidade” (The Persuit of Happyness 2006) o personagem principal define um exato instante como “A FELICIDADE”. O drama do pai solteiro Chris Gardner é contato em 117 minutos de filme, e tem seu ápice nos cinco minutos finais da história. O filme não foca processos de gestão, mas aborda a superação pessoal. O que nos interessa, no entanto, é sua definição do que é a felicidade empresarial: um momento preciso de recompensa, como uma lufada momentânea de vento no deserto.
Por esta ótica, a gestão feliz não seria vivida coletivamente no cotidiano das empresas, mas individualmente nas pequenas e insuperáveis recompensas. Metas alcançadas, processos finalizados, iniciativas reconhecidas são alguns exemplos. A felicidade empresarial viria numa consequência dos sucessos individuais ou de pequenas equipes, e não do todo, do corpo da empresa. Os modernos processos de gestão de rh comprovam este argumento, pois apontam para o coletivo, com foco no indivíduo: planos de carreira, benefícios de classe, clima organizacional, bônus por produção e etc. A gestão feliz, da empresa toda ao mesmo tempo, torna-se portanto um fardo, ou potencialmente um mito, pois mesmo as empresas com esforços reais na qualidade de vida dos colaboradores, estão sujeitas as oscilações pessoais.
A insatisfação com o trabalho aponta também para motivos individuais. Segundo pesquisa publicada na revista Você S/A com a especialista em medicina organizacional Vera Martins, um ambiente de trabalho é considerado ruim quando o funcionário se sente traído (tem as promessas frustradas), injustiçado (leva a culpa pelos erros dos outros), não é comprometido (ausência de prazos, foco, recompensas), convive com falsidade (problemas com colegas) e não há reconhecimento. A solução para o fardo da gestão feliz recai naturalmente sobre os ombros das lideranças diretas. Para Vera Martins, líderes maduros atraem e geram profissionais calmos, que sentem prazer no trabalho.
Concordo com Vera que as decisões e posturas das hierarquias superiores afetam diretamente o clima e a satisfação pessoal dos colaboradores, e que a gestão de rh deve caminhar de forma ascendente na busca da melhoria global da qualidade de vida do colaborador, mas sugiro que além do que faz ou deixa de fazer o chefe, cada um coloque sobre o próprio ombro o fardo da sua felicidade no trabalho. Se a empresa está sujeita ao indivíduo, o indivíduo deve ser responsável pela empresa. Sugiro que o funcionário usufrua de todos os benefícios oferecidos pela empresa em que escolheu trabalhar, mas que, imbuído do espírito Chris Gardner, lute, pelo seu instante diário de felicidade.
*Sibele Godinho é especialista em gestão da comunicação nas organizações e coordenadora de comunicação da Fundação Universa
Pai, to com fome …
Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:
- Pai, tô com fome!!!
O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência…
- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!
Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente…
Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:
- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!
Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho…
Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) – arroz, feijão, bife e ovo…
Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua…
Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá…
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada…
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades. ..
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:
- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim… Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato? !?!
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer…
Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho…
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas…
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório…
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos ‘biscates aqui e acolá’, mas que há 2 meses não recebia nada…
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias…
Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho…
Ao chegar em casa com toda aquela ‘fartura’, Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso…
Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores…
No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho…
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando…
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa….
E, ele não se enganou – durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres…
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar….
Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta…
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula…
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro…
Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o ‘antigo funcionário’ tão elegante em seu primeiro terno…
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço…
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista…
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um…
Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido…
Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da ‘Casa do Caminho’, que seu pai fundou com tanto carinho:
’Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho.. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!
Gentileza gera Gentileza
Recebi este email e resolvi inserí-lo aqui. Esta campanha começou com o Sr. José Datrino, mais conhecido como profeta Gentileza que fazia inscrições peculiares sob um viaduto na cidade do Rio de Janeiro. Era conhecido por este nome pois andava com uma túnica branca e barba grande.
Para ilustrar esta frase, parafrasei uma história super bacana.
“Conta-se uma história (e muitos dizem ser verdadeira) de um empregado em um frigorífico da Noruega.
Certo dia, após o término de seu trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica.Inexplicavelmente, a porta fechou e ele ficou preso dentro da câmara.
Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu…
Todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo. Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.
De repente a porta abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho? Ele explicou:
- Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.
- Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.
- Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.
- Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo.
- Por isto o procurei e o encontrei…
A grande pergunta: Será que você seria salvo(a)?
Idéia – Carrinho de Supermercado
Como todo mundo diz, não adianta ter uma boa idéia, o importante é implementá-la.
Bem, você já parou para pensar como o processo de ir às compras em qualquer supermerdado é burro? Pense!
Você chega ao supermercado (seja ele do tamanho que for), pega um carrinho e com sua lista de compras, vai andando, gôndola por gôndola, pegando o que precisa e colocando dentro do carrinho.
Terminado este martírio, começa outro. Você entra numa fila do caixa e espera a sua vez.
Chegando ao caixa, você retira tudo o que pôs no carrinho e vai colocando tudo numa sequência lógica que a maioria de nós entendemos. Daí, a atendente de caixa pega produto por produto e vai passando naquela máquina que lê o código de barras.
Neste momento algo maravilhoso ocorre sem que a gente nem ao menos perceba, um sistema de TI ao ler o código de barras, vai dando baixa no estoque do supermercado. É desta forma que eles repoem as mercadorias nas gôndolas.
Depois a gente corre para o final do caixa e começa a colocar todos os produtos em sacolas que agridem a natureza (porquê raios ainda não utilizamos sacolas biodegradáveis, feitas da cana de açucar?) e digo corre, pois pensamos que o próximo cliente também está ancioso em ver a esteira livre para ele fazer o mesmo processo burro e se livrar logo daquilo.
Depois que ensacamos toda a nossa compra e colocamos novamente no carrinho de compras, a caixa diz, deu XXX Reais. Bem, a gente nem acredita no valor, pelo menos eu sempre acho que o valor sempre seria menor.
Escolhida a forma de pagamentos, a atendente passa o seu cartão, você digita a senha, espera o comprovante e vai embora para o seu carro. Lá chegando, tira todas as compras do bendito carrinho e coloca no seu carro.
Enfim, todo esse processo poderia ser menos traumático se tivéssemos um carrinho de compras inteligente. E como seria este carrinho?
Bem, para implementar esta idéia, temos que colocar uma etiqueta de RFID em cada produto do supermercado e o carrinho de compras tem que ser dotado de ler, ou entender os produtos que são colocados em seu interior, através de outro sensor de RFID.
Para melhorar o processo, no corrimão do carrinho precisa ter uma tela que vai informando a quantidade de produtos e a totalização do consumo.
Como este carrinho é provido de sensores RFID, ao terminar as compras, você se dirige ao caixa e ao passar com o carrinho, outro dispositivo lê o somatório do conteúdo do carrinho e você só precisa passar o seu cartão e pagar. Ou seja, simples não?








