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Prezados,

 

A algum tempo tive um ex-aluno que faleceu e logo após sua mãe também nos deixou. Desde este acontecimento, fiquei intrigado de como poderia auxiliar a família na exclusão do seu perfil no Orkut. Para tanto, pesquisei no Orkut e achei o caminho das pedras. Para quem tem algum conhecido no Orkut que faleceu recentemente, entre no seguinte endereço: http://www.google.com/support/orkut/bin/request.py?contact_type=deceased, preencha o formulário e tenha em mãos uma cópia digitalizada do atestado de óbito. Segue abaixo, figura da página onde pode ser feito a solicitação.

Espero ter ajudado inúmeras famílias.Tela do Orkut para solicitar exclusão de falecido

Pessoal, a muito tempo estou sem postar uma piada gostosa. Por favor, não riam alto quando lerem esta piada.

 

Trata-se de um relatório de um português à companhia de seguros
(seguro de vida e acidentes pessoais), após sofrer um sinistro
Transmito explicação de um operário português, acidentado no
trabalho, à sua Cia. seguradora. (A Cia. de Seguros havia estranhado
tantas fraturas e em uma só pessoa num mesmo acidente).

Chamo a atenção para o fato de que se trata de um caso verídico,
cuja transcrição foi obtida através de cópia dos arquivos da cia.
seguradora envolvida.

O caso foi julgado no Tribunal da Comarca de Cascais – Lisboa – Portugal.

À Cia. Seguradora.
Exmos. Senhores,
Em resposta ao seu gentil pedido de informações adicionais, esclareço:

No quesito nr. 3 da comunicação do sinistro mencionei:
‘tentando fazer o trabalho sozinho’ como causa do meu acidente..

Em vossa carta V. Sas. me pedem uma explicação mais pormenorizada.

Pelo que espero sejam suficientes os seguintes detalhes:

Sou assentador de tijolos e no dia do acidente estava a trabalhar
sozinho num telhado de um prédio de 6 (seis) andares. Ao terminar meu
trabalho, verifiquei que havia sobrado 250 kg de tijolos. Em vez de os
levar a mão para baixo (o que seria uma asneira), decidi colocá-los
dentro de um barril, e, com ajuda de uma roldana, a qual felizmente
estava fixada em um dos lados do edifício (mais precisamente no sexto
andar), descê-lo até o térreo.

Desci até o térreo, amarrei o barril com uma corda e subi para o
sexto andar, de onde puxei o dito cujo para cima, colocando os tijolos
no seu interior.

Retornei em seguida para o térreo, desatei a corda e segurei-a
com força para que os tijolos (250kg) descessem lentamente.

Surpreendentemente, senti-me violentamente alçado do chão e,
perdendo minha característica presença de espírito, esqueci-me de
largar a corda..Acho desnecessário dizer que fui içado do chão a
grande velocidade.

Nas proximidades do terceiro andar dei de cara com o barril que
vinha adescer. Ficam, pois, explicadas as fraturas do crânio e das
clavículas.

Continuei a subir a uma velocidade um pouco menor, somente
parando quando os meus dedos ficaram entalados na roldana. Felizmente,
nesse momento já recuperara a minha presença de espírito e consegui,
apesar das fortes dores, agarrar a corda. Simultaneamente, no entanto,
o barril com os tijolos caiu ao chão, partindo seu fundo.

Sem os tijolos, o barril pesava aproximadamente 25kg.Como podem
imaginar comecei a cair vertiginosamente, agarrado à corda, sendo que, 
próximo ao terceiro andar, quem encontrei? Ora, pois, o barril que
vinha a subire. Ficam explicadas as fraturas dos tornozelos e as
lacerações das pernas.

Felizmente, com a redução da velocidade de minha descida, veio
minimizar os meus sofrimentos quando caí em cima dos tijolos embaixo,
pois felizmente só fraturei três vértebras.

No entanto, lamento informar que ainda houve agravamento do
sinistro, pois quando me encontrava caído sobre os tijolos estava
incapacitado de me levantar, porem pude finalmente soltar a corda. O
problema é que o barril, que pesava mais do que a corda, desceu e caiu 
em cima de mim fraturando-me as pernas.

Espero ter fornecido as informações complementares que me haviam
sido solicitadas.

Outrossim, esclareço que este relatório foi escrito por minha
enfermeira, pois os meus dedos ainda guardam a forma da roldana.

Atenciosamente,

Antonio Manuel Joaquim Soares de Coimbra.

Dois amigos se encontram no bar.

Um deles está com um olho roxo.

- O que foi cara?

- Levei um frango congelado na cara!

- Mas como foiisso?

- Ontem minha mulher estava de mini-saia e com a calcinha toda enfiada, então, ela se abaixou no congelador para pegar alguma coisa, eu estava atrás dela e não resisti, agarrei ela ali mesmo.

- Sério?

- Claro! E ela não queria, se remexia, e eu fiquei com mais tesão ainda, e mais ela gritava, gemia e eu continuava… – Pôcara!

- E ela se debatia como uma louca, e eu cada vez com mais tesão…

- Estou imaginando a cena!

- E então começou aencaixar eenquanto eu tentava empurrar mais um tiquinho, ela conseguiu pegar um frango congelado e o jogou na minha cara!

- Mas que coisa! Tua mulher não gosta de transar?

- No Carrefour não…

Me desculpem nossos compatriotas portugueses, mas esta piada eu não poderia deixar de publicá-la aqui.

O português estava para pegar um avião, para visitar Portugal, quando uma coisa no aeroporto chamou sua atenção.
Era um computador com voz que identificava os passageiros por um novo sistema de reconhecimento de imagem.
Assim que ele passou, o computador acusou:
Manuel Joaquim, 52 anos, português, casado, de bigode, passageiro do vôo 455 da TAP.
Impressionado, Manoel foi ao banheiro, raspou o bigode, mudou de camisa, e o jeito de caminhar.
Ao passar pelo computador, pela segunda vez, a voz acusou novamente:
- Manuel Joaquim, 52 anos, português, casado, camisa nova, passageiro do vôo 455 da TAP.
Mas Manoel não se deu por vencido!
Voltou ao banheiro, abriu a mala que continha presentes para a Maria, e passou maquiagem, colocou uma peruca ruiva, sapato alto, echarpe, um vestido plissê, e resmungou:
- Agora, eu provo que essa máquina é burra!
Ao passar mais uma vez pela máquina, o Auto-Falante berrou:
- Aí vai, pela terceira vez, o português Manoel Joaquim, 52 anos, casado, travecão, e por causa de toda essa viadagem, acaba de perder o vôo 455 da TAP!

O português estava para pegar um avião, para visitar Portugal, quando uma coisa no aeroporto chamou sua atenção.

Era um computador com voz que identificava os passageiros por um novo sistema de reconhecimento de imagem.

Assim que ele passou, o computador acusou:

Manuel Joaquim, 52 anos, português, casado, de bigode, passageiro do vôo 455 da TAP.

Impressionado, Manoel foi ao banheiro, raspou o bigode, mudou de camisa, e o jeito de caminhar.

Ao passar pelo computador, pela segunda vez, a voz acusou novamente:

- Manuel Joaquim, 52 anos, português, casado, camisa nova, passageiro do vôo 455 da TAP.

Mas Manoel não se deu por vencido!

Voltou ao banheiro, abriu a mala que continha presentes para a Maria, e passou maquiagem, colocou uma peruca ruiva, sapato alto, echarpe, um vestido plissê, e resmungou:

- Agora, eu provo que essa máquina é burra!

Ao passar mais uma vez pela máquina, o Auto-Falante berrou:

- Aí vai, pela terceira vez, o português Manoel Joaquim, 52 anos, casado, travecão, e por causa de toda essa viadagem, acaba de perder o vôo 455 da TAP!

É impressionante como ainda existem pessoas que não entenderam o real funcionamento das mídias sociais.

Conheço pessoas muito próximas que se nunca ouviram falar do Orkut, já tem perfil e só sabem postar fotos e ficar vendo o que outras pessoas estão postando de fotos, depoimentos, recados e mensagens.

Concordo com minha esposa quando diz que estas pessoas estão se esquecendo do básico, como por exemplo, ler um livro.

Neste último dia 31/08/2009, tive a oportunidade de ouvir de uma educadora que a educação formal deve se iniciar em casa e não transferí-lá para a escola como estamos fazendo.

Hoje em dia, pai e mãe precisam trabalhar para terem uma vida digna. Entretanto, as exigências da vida moderna muitas vezes nos deixam a mercê das escolas que fazem de conta que estão ensinando e de nós pais que fazemos de conta que nossos filhos estão sendo educados.

Estar ou não presente nas mídias sociais, deve ser uma decisão a ser tomada com um objetivo único, estar atento a tudo o que está acontecendo no mundo.

Uma das mídias que eu acho super interessante é o Twitter, vc é quem escolhe quem irá seguir e as pessoas lhe escolhem se irão lhe seguir. Para que isto ocorra, é preciso apenas uma coisa super básica, afinidade.

Pronto, falei.

No próximo post falarei um pouco sobre o que está bombando na mídia, a camada pré sal.

No último dia 23/08/2009, o Fantástico trouxe uma matéria super legal que levava as crianças a conhecerem equipamentos precusores da atual tecnologia que temos hoje.
Para falta de surpresa dos telespectadores, 99% das crianças não tinham a mínima noção do que era uma máquina de datilografia. A parte mais engraçada foi quando as crianças erraram uma palavra e não sabiam como faziam para apagar.
Ou seja, estamos vivendo uma enxorrada sem precedentes de um volume enorme de informação, e para acompanhar tudo isso, a internet nos apresenta inúmeras ferramentas.
Uma das mais sensacionais para mim é o Twitter. Este mini blog esta sendo uma revolução num mundo onde a informação já vale muito dinheiro.
Hoje em dia, a nem a TV e o bom e velho rádio conseguem acompanhar a velocidade que a informação é passada pelo Twitter.
Jornalistas, apresentadores de tv, músicos, atores, políticos, donas de casa e muitas empresas se renderam a febre do Twitter.
Agora a pouco, recebi informações sobre um programa de tv que irá ao ar amanhã. Noticia quentinha? Sim. Entretanto, se mal utilizado, você terá pouquíssimos seguidores. Já se você é uma pessoa que o tempo inteiro traz informações quentes, a tendência é que vc tenha cada vez mais seguidores.
Moral da história, estamos construindo sociedades virtuais e estamos ficando cada vez mais distantes uns dos outros. Para piorar, mais uma vez a vida emita a arte. Lembram quando o filme Guerra nas Estrelas mostrou em algumas cenas a comunicação via imagens holográficas? Pois é, hoje já é possível este tipo de comunicação. Num futuro não muito distante tratarei deste assunto.

Fiquem com Deus e não deixem de se comunicar ao vivo e em cores. Lembrando sempre a frase do velho guerreiro ” quem não se comunica, se trumbica”

Para concluir, escrevi este post direto de um editor no Iphone.

Pensar em projeto, literalmente é pensar fora da caixa. Pensar em projeto é entender que a triplice restrição (escopo, tempo e custo), devem acontecer harmoniosamente. Se um sofrer alterações, irá impactar fortemente em outro.

Este vídeo do movimento Playing for Change, mostra como uma pessoa (supostamente o Gerente de Projetos) sem nenhum conhecimento técnico em gerenciamento de projetos, colocou um projeto para funcionar. Através da música Stand By Me, fez um grande projeto com artistas de rua em várias partes do mundo. Imaginem o que foi gasto com equipamentos, deslocamentos e locações. O escopo ficou claro para todos, fazer um vídeoclip com artistas de rua, em várias partes do mundo e depois mixar o som com algumas imagens dos artistas. O tempo para cada gravação é outro ponto que deve ser considerado, pois o Gerente do Projeto, fez com que todos os artistas cantassem a mesma música. Outro ponto a considerar quanto a tempo, é o tempo que já foi gasto com este projeto, até janeiro de 2009 foram 46 meses. O projeto se iniciou em março de 2005. Conforme figura do cronograma listado abaixo.

O resultado fantástico pode ser visto abaixo. Este projeto show de bola.

Abaixo a tradução do que representa o projeto Playing for Change

A Inspiração

Playing for Change é um movimento criado para inspirar a multimídia, conectar, e trazer a paz ao mundo através da música. A idéia deste projeto surgiu a partir de uma crença comum que a música tem o poder de quebrar fronteiras e superar distâncias entre as pessoas. Não importa se as pessoas que vêm de diferentes geográfico, político, econômico, espiritual ou ideológicos, a música tem o poder universal de transcender e unir-nos como uma raça humana. E com essa verdade firmemente fixados nas nossas mentes, nós definidos para compartilhá-lo com o mundo.
A Produção
Foi construído um estúdio móvel de gravação, equipado com os mesmos equipamentos utilizados nos melhores estúdios, e viajou para onde a música era gravada. Como a tecnologia mudou, a nossa energia a partir de demandas foram reduzidos num monte de pilhas de baterias para carro e, finalmente, para laptops. Do mesmo modo, a qualidade com que fomos capazes de fazer em cinema e de documento, o projeto foi atualizado progressivamente a partir de uma variedade de formatos – cada um com o melhor que poderia atingir no momento, e finalmente, para HD.

Uma coisa que nunca mudou ao longo do processo foi o nosso compromisso de criar um ambiente para os músicos em que se poderia criar livremente e que não colocou obstáculos entre eles e aqueles que acabaria por sua experiência musical. Levamos o projeto com a energia e intenção que viajou por toda parte, fomos levados aos músicos que por si só, são geralmente inacessíveis. Neste aspecto, a inspiração que inicialmente estabeleceu-se neste caminho tornou-se um co-criador do projeto junto com a gente!

CRONOGRAMA
Cronograma 1
Cronograma 2
Cronograma 3
Cronograma 4

20 de julho de 2009, 40 anos depois do homem ter pisado na lua, resolvi escrever sobre este grande projeto, colhi inúmeras informações antes de começar, assisti aos especiais que a Discovery Channel fez a respeito e li muito a respeito.

Terra vista da Lua

Lua vista do Espaço

Como poucos sabem, o projeto começou em abril de 1961, dezessete dias depois que o soviético Yuri Gagarin se tornara o primeiro homem no espaço, o cientista de foguetes da NASA, Werner von Braun, escreveu ao vice-presidente Lyndon Johnson.

Era uma resposta à uma longa questão “Temos chance de superar os soviéticos com um laboratório no espaço, ou uma viagem ao redor da Lua, ou um foguete que pousaria na Lua, ou um foguete que iria até a Lua e voltaria com um homem? Há algum outro programa espacial em que poderíamos vencer com resultados dramáticos?”

Werner escreveu:

“Temos uma chance excelente de superar os soviéticos no primeiro pouso de uma tripulação na Lua (incluindo a capacidade de retorno, é claro). A questão é que um desempenho dez vezes melhor sobre seus foguetes atuais seria necessário para realizar esta façanha. Hoje ainda não temos um foguete assim, e é muito improvável que os soviéticos o tenham. Conseqüentemente, não precisaríamos entrar na corrida por uma meta tão óbvia da exploração espacial em uma situação que favoreça os soviéticos. Com um programa completo, acho que atingiríamos este objetivo em 1967/68.”

“Acrescentando, gostaria de dizer que estamos competindo na corrida espacial com um adversário determinado, cuja economia em tempos de paz está em ritmo de guerra. A maioria dos nossos procedimentos foi projetada para condições pacíficas, para tempos de paz. Não acredito que possamos vencer esta corrida a menos que tomemos ao menos algumas medidas que só seriam consideradas aceitáveis em situações de emergência nacional.”

No dia 25 de maio de 1961, o presidente JFKennedy anunciou seu apoio ao programa Apollo em uma sessão no Congresso:

“…Acredito que esta nação deve se comprometer em atingir este objetivo, antes que esta década termine, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança. Nenhum projeto espacial desta época será tão impressionante para a humanidade, ou mais importante na exploração espacial de longo prazo; e nenhum será tão difícil e caro de ser realizado…”

As missões do Projeto Apollo estão entre as grandes conquistas da humanidade.

Criada a partir das conquistas de seus predecessores, os projetos Mercury e Gemini, e estimulada pela determinação dos rivais soviéticos, a Apollo tinha o objetivo de enviar o primeiro homem à Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança. (Conseguiram ver o escopo?)Mercury

A conquista da NASA foi transmitida com grande alvoroço pela mídia, com imagens ao vivo da superfície da Lua em 1969. Mas este sucesso teve seu preço.(Será que estavam falando de custos?), O primeiro homem a caminhar no espaço, Ed White, e seus colegas Roger Chaffee e Gus Grissom, morreram depois que a Apollo 1 sofreu um incêndio durante um teste em terra. (Aqui ficou claro a gestão de riscos)

Os programas tripulados Mercury e Gemini foram aquecimentos tecnológicos para o programa Apollo. (A pergunta aqui é: Por que fizeram outros projetos antes? Lembrem-se, o PMI foi fundado em 1969, se o projeto Apollo 11, não tivesse sucesso, será que o PMI teria sido criado em 69?) Cada elemento destes programas testou viabilidade de uma missão longa e tripulada para a Lua. (Ah, agora entendi, eles estavam fazendo um estudo de viabilidade do projeto maior), Sete missões como a Apollo foram esboçadas, cada uma testando um conjunto específico de componentes e tarefas, e cada passo precisava ser finalizado com sucesso antes que a próxima missão do gênero começasse. No total, o programa Apollo lançou 11 missões tripuladas. (Quanto se gastou com essas missões, e o tempo, como foi?)Gemini

Para se preparar para a viagem à Lua, o programa Apollo lançou duas missões orbitando a Terra, Apollo 7 e 9, que testaram os comandos e os módulos lunares. Estas bem-sucedidas missões geraram mais duas missões que orbitaram a Lua, Apollos 8 e 10.

Estas missões testaram a tripulação, os veículos espaciais e as instalações de apoio à missão. Elas testaram os módulos de comando, incluindo comunicações e sistemas de rastreamento e sobrevivência. As equipes também fotografaram a superfície lunar e avaliaram o desempenho do módulo lunar entre a Terra e a órbita da Lua.

A Apollo 10 foi um verdadeiro ensaio para o pouso lunar. Todas as operações, com exceção da alunissagem, foram executadas.

Depois de testar todos os elementos da missão tripulada para a Lua, a Apollo 11 finalmente estava pronta para partir. (Até que enfim, pensei que náo fossem colocar mais o projeto principal para rodar)

O foguete Saturno V foi utilizado para lançar Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins em sua jornada ao redor da Lua. Ele era composto por três estágios, que se separaram em diversos intervalos durante a viagem à Lua. (Que legal, aqui fica super claro as fases do projeto)Saturno

Ao se aproximar da Lua, o módulo de comando e o módulo lunar se destacaram no estágio final do veículo de lançamento. Uma série de manobras, coreografadas com precisão, acoplou o módulo lunar ao módulo de comando antes da entrada na órbita lunar. Uma vez na órbita, Aldrin e Armstrong partiram no módulo lunar, deixando Collins no módulo de comando, pousando na superfície da Lua e fazendo história.

Várias vezes durante a descida, porém, o computador soou alarmes. A trajetória da nave parecia boa, mas a mensagem de alerta “1202” trouxe alguns segundos tensos à tripulação até que Houston avisasse, que, ao que parecia, partes da memória do computador estavam sendo sobrecarregadas com estranhos dados do radar de aproximação, mas, felizmente, não apenas o computador havia sido programado de modo que continuasse a conduzir tarefas de alta prioridade como também a pessoa que melhor conhecia o computador — o homem que o criou, o engenheiro de sistemas Steve Bales — precisou de apenas alguns segundos para diagnosticar o problema e recomendar que o pouso continuasse. (Caramba, em 1969 os computadores ainda eram muito ineficazes, talvez um celular hoje processe mais informações do que aquele computador). Mais tarde, Bales ficaria de pé ao lado da tripulação numa cerimônia na Casa Branca e foi condecorado por sua especial contribuição para o sucesso da missão. (Imaginem se tivesse dado erro, o que teria acontecido com Bales? Não quero nem pensar! RS)

Os seguidos alarmes e as quedas nas comunicações entre o Eagle e Houston eram irritantes, mas em todos os outros aspectos o computador do ML (Módulo Lunar) e o sistema de navegação tiveram um desempenho brilhante. Oito minutos e trinta segundos após a ignição do motor de descida, o computador colocou o Módulo quase ereto e Armstrong teve sua primeira visão em close-up do lugar para onde estava sendo levado pelo computador. Ele estava cerca de 1.600 m acima e 6.000 m a leste da área de pouso. Como planejado, ele tinha combustível para mais 5 minutos de vôo. Cada astronauta tinha uma janela pequena, triangular e de vidraça dupla a sua frente.

Em princípio, se Armstrong não gostasse do ponto escolhido pelo computador, poderia movimentar o “joy-stick” manual de controle para frente, para trás ou para qualquer lado, além de orientar o computador para mover um pouco o alvo na direção indicada. De acordo com o plano, Aldrin dava a Armstrong o ângulo de descida de poucos em poucos segundos, porém a arte de direção computadorizada ao tempo da Apollo 11 não era tão refinada como seria nas próximas missões e a fatalidade e o computador estavam colocando o Eagle dentro de um campo de rochas, a nordeste de uma cratera do tamanho de um campo de futebol.

Não havia problemas para Armstrong em pousar num campo de rochas. Não era essencial que o Módulo Lunar pousasse perfeitamente ereto. Uma inclinação de mais de quinze graus não causaria nenhum problema em particular para o lançamento de volta à órbita após a missão. Entretanto, se ele batesse o sino do motor ou uma das patas do trem de aterrissagem numa rocha grande, haveria uma chance real do Módulo Lunar sofrer um dano estrutural. Ele decidiu então seguir a velha máxima de pilotos: “Em caso de dúvida, pouse longe”. Para fazer isso ele teria que sobrevoar a cratera e pousar a oeste dela. E não havia maneira – nem tempo – de dar ao computador uma atualização de informações suficiente via controle manual. Então, a uma altitude de cerca de 150 metros do solo, Neil Armstrong assumiu completamente o controle manual da nave para a descida final., apontou o Módulo Lunar para frente, começou a voar como um helicóptero e levou o Eagle para 400 metros a oeste, sobre crateras e rochas.

Enquanto Armstrong conduzia o Módulo Lunar à procura de um bom ponto de pouso, sua atenção estava totalmente focada no trabalho que tinha em mãos. Aldrin foi quem virtualmente falou o tempo todo e também estava bastante ocupado.

Ele lia os dados do computador para Armstrong dando a ele a altitude, a taxa de descida e a velocidade frontal. Em Houston, o Diretor do Vôo Gene Kranz e outros membros da equipe de apoio na Sala de Controle da missão, estavam vigiando a telemetria do Módulo Lunar. Eles não sabiam ainda sobre a cratera e o campo de rochas, mas era óbvio que a alunissagem estava demorando mais tempo que o planejado.

Além disso, a cada segundo que passava, havia uma crescente inquietação quanto ao combustível que restava. Por causa das incertezas em ambos os calibradores nos tanques e nas estimativas que podiam ser feitas por dados de telemetria no motor funcionando, a quantidade de tempo restante até que o combustível acabasse era em torno de 20 segundos. Se eles chegassem a um nível muito baixo, Kranz teria que ordenar que o pouso fosse abortado.

Um drama era a última coisa que alguém queria para o primeiro pouso na Lua. O evento em si já era monumental e excitante o bastante. Finalmente, Neil Armstrong achou um local que gostava, começou a cortar sua velocidade frontal e deixou o Módulo Lunar descer suavemente para a superfície. Quando eles baixaram para 25 m, Houston avisou que eles tinham 60 segundos de combustível restante e na cabine ‘Buzz’ Aldrin viu uma luz de aviso que dizia a mesma coisa. Mas agora eles estavam muito próximos e era apenas uma questão de pousarem suavemente.

Armstrong tinha cortado quase toda a velocidade frontal do Eagle e agora que eles começaram a levantar poeira com o exaustor do motor, ele pediu a Aldrin para confirmar se eles ainda estavam se movendo um pouco para frente. Ele queria pousar numa superfície que pudesse ver à frente, em vez do solo que não podia ver atrás. Aldrin deu a confirmação que ele queria e oito segundos depois eles viram a luz de contato. As sondas de dez pés de comprimento que pendiam do trem de pouso haviam tocado a Lua.

Um segundo ou dois depois, eles estavam pousados e cortaram o motor. Só tinham mais 20 segundos de combustível, mas estavam pousados. Então Armstrong falou no rádio a frase imortal: “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed”. (“Houston, aqui Base da Tranqüilidade. A Águia pousou”). A mais de 300 mil quilômetros dali, o mundo, que acompanhava ao vivo as comunicações de rádio entre o Controle de Vôo no Centro Espacial Johnson em Houston e a Apolo 11, entrava em comoção e aplaudia e gritava freneticamente. (Missão cumprida?, não, ainda não, esses foram apenas os primeiros perrengues que eles passaram, outros ainda estavam por vir).módulo lunar

Depois de bandeira dos EUA fincada na lua, rochas pegas, pulos lunar, fotos e filmes feitos, hora de retornar a Terra. Neil Armstrong e Buzz Aldrin retornam ao módulo lunar e tentam ligar o módulo para retornar a terra, quando Buzz pega na manivela para dar a partida, a manivela quebra. Houston chegou a entrar em contato com o presidente Nixon para comunicar o incidente. Os acessores do presidente Nixon chegaram a escrever um discurso para ser falado ao mundo que os astronautas estavam preparados para a missão. Entretanto, como já dizia o saudoso Chaves (aquele do chapolin) Buzz disse a Neil “Não contaram com a minha astúcia” (rs), Buzz pegou uma caneta e fez uma pequena manivela e conseguiu dar partida no Módulo Lunar.

Piadas a parte, a Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e primeira a pousar na Lua. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin ‘Buzz’ Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu o objetivo final do presidente John F. Kennedy, que, em discurso ao povo norte-americano em 1962, estabeleceu o prazo do fim da década para que o programa espacial dos Estados Unidos realizasse este feito. Neil Armstrong, comandante da missão, foi o primeiro ser humano a pisar na superfície lunar.

Composta pelo módulo de comando Columbia, do módulo lunar Eagle e do módulo de serviço, a Apollo 11, com seus três tripulantes a bordo, foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13:32 UTC de 16 de julho, na ponta de um foguete Saturno V, sob as vistas de centenas de milhares de espectadores que lotavam estradas, praias e campos ao redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua.

APOLLO~1

E a lição que o PMI tirou de tudo isso? Bem, será que foi a partir do sucesso do projeto que o PMI foi fundado? Podemos ver no relato acima, que todas as 9 áreas de conhecimento (Integração, Escopo, Tempo, Custo, Qualidade, Recursos Humanos, Comunicação, Riscos e Aquisições) foram trabalhadas, e muito bem trabalhadas.

Alô blogueiros,

Esta mensagem é um teste de aplicabilidade. Estou testando um módulo que permite o envio de posts por email.

Abraços,

Fernando

Uma história de bebês sobre patins.

 

FINALMENTE! Muito legal este vídeo feito com bebês! Agora eles podem sair de patins por ai e fazer um show!
 

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