Fórmula 1 nos ensina a gerenciar projetos

Pessoal,

Sempre fui um apaixonado pela Fórmula 1, desde a época do Emerson Fitipaldi, passando pelo Nelson Piquet e depois o nosso saudoso Airton Senna. Depois do acidente gravíssimo que deixou o mundo inteiro triste, eu deixei de assistir as corridas como assitia antigamente, para ser sincero, voltei aos poucos quando o Rubinho foi para a Fórmula 1, neste momento descobri que o Schumaker era realmente insuperavel, a partir dai, voltei a me interessar aos poucos pela Fórmula 1 e garanto para todos, depois que o Felipe Massa foi para Fórmula 1, ai sim eu voltei a torcer de verdade, aliás este ano (2008) está sendo show de bola o campeonato.

Enfim, contextualizei acima a minha paixão pela Fórmula 1, com o objetivo de relatar o que tenho vivido últimamente. Todas as vezes que eu assisto a uma corrida, observo as estratégias das equipes, os riscos envolvidos (Riscos), os contratos em questão (Aquisições) , a busca incessante pelo melhor tempo (Tempo), pelos melhores recursos (RH), pela melhor qualidade (Qualidade), pelo melhor carro (escopo), pelo melhor patrocínio (custo), pela melhor comunicação entre a equipe, pilotos e administração (Comunicação), e o melhor trabalho em conjunto entre pilotos, equipe de engenheiros, equipe de mecânicos e administração (Integração).

O a integração de todas as áreas é essencial para a conquista da melhor colocação na largada, pela corrida, pelas paradas nos boxes, enfim, tudo é medido e controlado o tempo inteiro, segundo a segundo, um erro pode ser fatal.

Neste final de semana (01, 02 e 03 de agosto), durante os treinos a equipe McLaren fez o melhor trabalho, colocou os seus dois pilotos para largarem em primeiro e segundo lugares, Felipe Massa com sua Ferrari se qualificou para largar em terceiro. E como é bom a gente assirtir uma largada, principalmente para quem assistiu as corridas dos nossos campeões mundiais. Logo na largada, Felipe Massa ultrapassou os dois carros da Ferrari e se manteve em primeiro durante toda a corrida, o carro de Lewis Hamilton estorou um pneu e teve que ir para os boxes, o que lhe custaria o segundo lugar no podium. Estava tudo certo, carro redondo, tempo de sobra para o Felipe Massa, quando do nada, faltando três voltas para o final, o motor explodiu. Será que o risco disso foi previsto pela Ferrari, eu acredito que sim, é o tipo de Risco que não há outra coisa a fazer do que Aceitar.

Quais foram as lições aprendidas com esta corrida? Para mim, um gerente de projetos é que: Estar em primeiro, não siginifica que vamos vencer!

E como já dizia Einsten: ”Quando você acha que sabe todas as respostas (para os riscos), vem alguém e muda as perguntas”

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